Ehsan Ali e outros importantes dirigentes do Comitê de Ação Awami na região de Guilguite-Baltistão, administrada pelo Paquistão, foram presos mais uma vez. A Internacional Comunista Revolucionária está organizando uma campanha global para garantir a libertação dos camaradas, começando com um Dia de Ação Internacional em 02 de abril. Liberdade para Ehsan Ali! Tirem as Mãos do Comitê de Ação Awami!
Esta não é a primeira vez que os camaradas do Comitê de Ação Awami enfrentam repressão por parte do Estado. Eles foram alvo de uma onda de prisões no ano passado e 15 dirigentes passaram meses na cadeia. Após uma forte campanha internacional, que recebeu o apoio de centenas de ativistas, sindicalistas e políticos proeminentes, conseguimos garantir a libertação de todos os dirigentes do Comitê de Ação.
Já libertamos nossos camaradas antes, e faremos isso de novo. Mas precisamos da sua ajuda!
Para que esta campanha seja bem-sucedida, precisamos da máxima solidariedade e pressão possíveis. Por isso, convidamos nossos leitores a seguirem os passos abaixo para nos apoiar:
- ESCREVA para políticos, dirigentes sindicais e estudantis, ativistas e figuras públicas, e peça que apoiem nossa campanha! Por favor, nos informe sobre quaisquer respostas através do e-mail aacgb-solidarity@marxist.com.
- COMUNIQUE a embaixada ou consulado ou alto comissariado do Paquistão, individualmente ou em nome de um sindicato/associação estudantil/organização política. Informe-nos sobre qualquer resposta através do e-mail aacgb-solidarity@marxist.com. Você pode encontrar um modelo de carta abaixo.
- APROVE UMA MOÇÃO em seu sindicato ou associação estudantil e nos informe pelo e-mail aacgb-solidarity@marxist.com. Você pode encontrar um modelo de texto para a moção abaixo.
- ENTRE EM CONTATO com a célula da ICR mais próxima e junte-se aos nossos protestos em frente às embaixadas, consulados ou alto comissariado do Paquistão! Ajude a mobilizar pessoas para o nosso primeiro Dia de Ação Internacional, em 02 de abril!
Situação neste momento (mantenha-se atualizado em nosso site)
Na terça-feira, 10 de março, o camarada Ehsan Ali, presidente do Comitê de Ação Awami de Guilguite-Baltistão e dirigente destacado do Partido Comunista Revolucionário (PCR) no Paquistão, foi preso durante uma operação policial noturna em sua casa.
Vários outros dirigentes do Comitê de Ação Awami também foram presos, incluindo Nusrat Hussain, Mehboob Wali, Nafees Advocate e Mehar Ali. Outros ainda estão sendo procurados e foram forçados a se esconder.
Os dirigentes do Comitê de Ação estão todos sendo acusados de acordo com a Lei Antiterrorismo, juntamente com as seções 153-A e 506 do Código Penal do Paquistão, que tratam do crime de incitação à violência.
Qual é a “justificativa” para essas acusações absurdas?
Por um lado, o regime no Paquistão está implementando um aumento massivo nos preços da energia e tentando silenciar preventivamente a resistência. Este aumento é resultado, em parte, do impacto da guerra imperialista dos EUA e Israel contra o Irã, o que desestabilizou os mercados de energia.
Com a guerra contra o Irã em pleno andamento e um novo conflito com o Afeganistão no horizonte, o regime está usando esse pretexto para acertar contas. Ele empregou a mesma estratégia durante a breve guerra entre Índia e Paquistão no ano passado.
A guerra contra o Irã também causou indignação entre a população do Paquistão, que nutre grande simpatia pelas populações do Irã e da Palestina. Houve grandes protestos contra essa guerra, a partir de 1º de março, que foram reprimidos pelas forças de segurança, inclusive em Guilguite-Baltistão, onde pelo menos 14 pessoas foram mortas pelas autoridades e muitas outras ficaram feridas.
Antes de ser preso, Ehsan Ali usou sua influência para condenar os assassinatos desses manifestantes pelas autoridades estatais e tentou alertar contra provocações que incitam tensões sectárias. Ele também visitou os feridos em um hospital em Guilguite.
Quem é realmente responsável pelo ‘terrorismo’ e pela ‘incitação à violência’?
No dia 08 de março, dirigentes do Comitê de Ação Awami em Guilguite-Baltistão, incluindo Ehsan Ali, foram convidados para um jantar de iftar, onde condenaram os assassinatos e discutiram possíveis protestos do Comitê de Ação em relação ao aumento de preços, à Lei de Reforma Agrária e a outras questões que afetam a população em geral.
Esse foi o fator que motivou a prisão dos camaradas dois dias depois.
O camarada Ehsan Ali e outros dirigentes do Comitê de Ação foram apresentados ao tribunal antiterrorismo em Guilguite, no dia 18 de março, sob forte esquema de segurança. Sua prisão preventiva foi prorrogada para que a polícia tenha mais tempo para sua farsa de “investigação”.
Ehsan Ali, que tem mais de sessenta anos, está sendo mantido em condições muito precárias e seu estado de saúde se deteriorou. Apesar das ordens de um juiz em duas ocasiões distintas (11 de março e 18 de março), ele não foi transferido para um hospital.
Ele acabou desenvolvendo uma pneumonia e perdeu a consciência na delegacia. Somente então foi transferido para o hospital para receber tratamento de emergência.
Protestos exigindo a libertação dos camaradas já foram realizados em toda a região, incluindo uma greve de solidariedade de advogados em Guilguite-Baltistão, em 16 de março.
Ehsan Ali foi levado em uma ambulância para sua nova audiência, em 26 de março. O próprio juiz, no tribunal, salientou que este caso policial é injusto e que se reunir em um jantar de iftar não é sequer um crime comum, muito menos uma atividade terrorista.
Apesar do pedido de liberdade sob fiança apresentado pelos advogados de Ehsan Ali, o juiz (sob pressão das autoridades) prorrogou a prisão preventiva até 9 de abril. Normalmente, a prisão preventiva tem duração máxima de 14 dias, mas, devido à nova legislação, esse período pode se estender a 90 dias em casos de terrorismo.
Informações gerais e nossa campanha anterior
Guilguite-Baltistão é uma região administrativa do Paquistão. A corrupção, a exploração e o roubo a deixaram em um estado extremo de pobreza e subdesenvolvimento, embora o território seja abundante em recursos naturais, particularmente em riquezas minerais e água.
O regime administrativo saqueia continuamente Guilguite-Baltistão em nome de seus amos em Islamabad. Os habitantes locais são privados de seus meios de subsistência e terras, e o vibrante ecossistema local foi destruído.
Ehsan Ali (PCR) construiu um Comitê de Ação Popular (uma forma de organização de defesa comunitária) em Guilguite-Baltistão em 2014.
Há mais de uma década, o Comitê de Ação Awami luta incansavelmente em nome das pessoas comuns, fazendo campanha pelos direitos democráticos, pela manutenção dos subsídios a produtos essenciais como a farinha de trigo e pela disponibilização de serviços básicos de saúde e educação para a população da região.
O Comitê de Ação também resistiu à destruição ambiental infligida ao território por meio da intensa exploração capitalista.
O Estado retaliou, primeiramente incluindo Ehsan Ali na infame “Quarta Lista”, uma medida antiterrorista que limitou severamente sua liberdade de deslocamento.
Em seguida, em 15 de maio de 2025, uma onda de prisões foi lançada visando os dirigentes do Comitê de Ação Awami com a intenção de desmantelar a organização. No total, 15 pessoas foram detidas e julgadas sob leis antiterroristas, o que significa que tiveram a fiança negada.
Os apoiadores do Comitê de Ação em Guilguite-Baltistão se mobilizaram para exigir a libertação dos detidos. Realizaram grandes manifestações e protestos no território, muitos deles liderados por mulheres. O PCR também organizou grandes protestos em todo o Paquistão, bem como na Caxemira ocupada. O Estado respondeu com prisões, tortura, ameaças e incitação ao sectarismo religioso.
A ICR liderou uma campanha global de solidariedade na qual os camaradas enviaram centenas de cartas de protesto, fizeram inúmeras ligações telefônicas e organizaram repetidas manifestações em frente às missões diplomáticas paquistanesas em todo o mundo.
Nossa campanha recebeu o apoio de grupos de campanha, de ativistas de destaque, de políticos e sindicatos que representam milhões de trabalhadores em todo o mundo, incluindo o dirigente do sindicato dos trabalhadores da Amazon, Chris Smalls, a vereadora de Seattle, Kshama Sawant, e o renomado acadêmico Slavoj Žižek. Também recebemos o apoio de sindicatos e organizações que representam milhões de trabalhadores.
Finalmente, após quase três meses de protestos, todos os presos políticos do Comitê de Ação Awami foram libertados sob fiança.
Esta foi uma demonstração concreta do poder da solidariedade internacional da classe trabalhadora, que pretendemos mobilizar mais uma vez para garantir a libertação dos camaradas.
Não descansaremos até que todos os dirigentes do Comitê de Ação Awami sejam libertados e a repressão contra eles chegue ao fim.
Dizemos: os patrões e generais são os verdadeiros terroristas!
Libertem Ehsan Ali! Tirem as Mãos do Comitê de Ação Awami!
Apoiadores proeminentes da campanha (indivíduos e grupos)
Organizações internacionais
Internacional Comunista Revolucionária
Observatório do Genocídio
Brasil
Glauber Braga, Deputado Federal pelo PSOL
Grã-Bretanha
Fiona Lali, Coordenadora de Campanhas do PCR britânico, Candidata Parlamentar por Stratford e Bow
Paquistão
Advogados do Distrito de Malir em Karachi
Modelo de carta para embaixadas/altas comissões/consulados:
[Data]
Vossa Excelência [Nome]
Alto Comissário/Embaixador do Paquistão
[Endereço da Missão Paquistanesa]
[Cidade, País]
Vossa Excelência,
Apelo Urgente pela Libertação dos Dirigentes Presos do Comitê de Ação Awami de Guilguite-Baltistão
Nós, em nome de [sua organização], escrevemos para expressar nossa profunda preocupação com a recente prisão e detenção de proeminentes dirigentes do Comitê de Ação Awami de Guilguite-Baltistão (CAA-GB) pelas autoridades paquistanesas.
Detalhes preocupantes
Em 10 de março, a polícia paquistanesa prendeu várias figuras importantes, incluindo:
- Ehsan Ali, Presidente do CAA-GB e Advogado.
- Nusrat Hussain, CAA-GB.
- Mehboob Wali, CAA-GB.
- Nafees, CAA-GB e Advogado.
- Mehar Ali, CAA-GB.
Essas pessoas foram acusadas com base na Lei Antiterrorismo, além dos artigos 153-A e 506 do Código Penal do Paquistão, após participarem de um jantar de iftar para discutir aumentos de preços, a Lei de Reforma Agrária e outros assuntos. Trata-se de um ataque claramente injustificado aos direitos democráticos dessas pessoas e exigimos sua libertação imediata.
O juiz na audiência de Ehsan Ali em 26 de março chegou a reconhecer que participar de um jantar de iftar não constitui sequer um “crime comum”, muito menos um ato de terrorismo.
Essas prisões são totalmente desprovidas de fundamento e lhes pedimos que intervenham contra essa flagrante injustiça. Ehsan Ali está com a saúde debilitada, tendo já contraído pneumonia enquanto estava sob custódia. Sua vida pode estar em risco se essa situação persistir.
Contexto destas prisões
O Sr. Ehsan Ali tem sido alvo de assédio contínuo por parte das autoridades estatais. No ano passado, ele foi incluído na chamada “Quarta Lista” – legislação que restringe severamente a liberdade de deslocamento, originalmente concebida para monitorar suspeitos de terrorismo. Isso representa um grave abuso da legislação antiterrorista contra organizadores políticos legítimos.
Ele passou então três meses na prisão após ser detido em 16 de maio de 2025. Outras 14 pessoas também foram detidas sob a legislação antiterrorista. As prisões ocorreram após uma reunião política legítima agendada para os dias 24 e 25 de maio em Skardu, para tratar de questões de vital importância para a população de Guilguite-Baltistão, incluindo:
- O projeto de lei sobre minerais que afeta a propriedade de recursos naturais.
- Acesso a itens de primeira necessidade, incluindo subsídios para farinha.
- Fornecimento de serviços de eletricidade, saúde e educação.
Ehsan Ali e os demais membros de destaque do Comitê de Ação finalmente receberam liberdade sob fiança em 14 de agosto, o que demonstra que as acusações contra eles eram totalmente infundadas.
Direitos Democráticos e Padrões Internacionais
O Comitê de Ação Awami tem atuado de forma pacífica e bem-sucedida dentro de estruturas democráticas, alcançando vitórias significativas para o povo de Guilguite-Baltistão:
- Garantindo subsídios para farinha em comunidades que enfrentam insegurança alimentar.
- Negociando um melhor acesso à eletricidade e a serviços essenciais.
- Defendendo a oferta de serviços de saúde e educação em áreas carentes.
Essas atividades representam organização e defesa política legítimas que devem ser protegidas pela legislação paquistanesa e pelos padrões internacionais de direitos humanos, incluindo:
- O Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos (do qual o Paquistão é signatário).
- A Declaração Universal dos Direitos Humanos.
- As próprias garantias constitucionais do Paquistão à liberdade de reunião e de expressão.
Demandas da Campanha
À luz do exposto, nós, apoiadores da campanha de solidariedade ao Comitê de Ação Awami, exigimos respeitosamente:
- Libertação imediata e incondicional de todos os dirigentes e ativistas presos do Comitê de Ação Awami.
- Retirada de todas as acusações contra os indivíduos presos, que aparentam ter motivação política.
- Exclusão de Ehsan Ali da Quarta Lista.
- Fim do assédio e da vigilância contra membros e apoiadores do Comitê de Ação Awami.
- Respeito aos direitos democráticos, incluindo a liberdade de reunião, expressão e organização política em Guilguite-Baltistão.
- Implementação da carta das quatorze demandas previamente acordada com o governo de Guilguite-Baltistão.
Atenção Internacional
Gostaríamos de informar que este caso atraiu (e continua a atrair) significativa atenção internacional de:
- Organizações sindicais de diversos países.
- Movimentos estudantis e grupos da sociedade civil.
- Organizações de direitos humanos.
- Representantes parlamentares e autoridades eleitas.
A detenção contínua desses dirigentes prejudica a reputação internacional do Paquistão e mina seu compromisso com a governança democrática e os direitos humanos.
Solicitação de Ação
Solicitamos que:
- Transmita estas preocupações com urgência às autoridades competentes em Islamabad.
- Use sua influência diplomática para garantir a libertação imediata dos indivíduos detidos.
- Nos informe sobre as medidas tomadas para solucionar esta situação.
- Facilite o diálogo entre o governo paquistanês e os representantes do Comitê de Ação Awami.
Em resumo
O povo de Guilguite-Baltistão merece os mesmos direitos e liberdades democráticas de que gozam todos os cidadãos paquistaneses. A criminalização da organização política pacífica cria um precedente perigoso e mina as instituições democráticas do Paquistão.
Aguardamos sua intervenção urgente neste assunto e a confirmação das medidas tomadas para garantir a libertação desses líderes comunitários dedicados.
O movimento operário internacional se solidariza com nossos camaradas em Guilguite-Baltistão e continuaremos acompanhando de perto a situação.
Atenciosamente,
[Assinatura]
[Nome e Cargo]
[Organização]
[Dados de Contato]
CC:
Ministro das Relações Exteriores do Paquistão (spokesperson.office1@mofa.gov.pk)
Ministro do Interior do Paquistão (dslaw2@interior.gov.pk)
Chefe de Governo de Guilguite-Baltistão (info@gilgitbaltistan.gov.pk)
[Parlamentares locais/Representantes Parlamentares]
contact@pakistansolidarity.org
Modelo de Moção: Solidariedade aos Dirigentes Presos do Comitê de Ação Awami em Guilguite-Baltistão
Este [Sindicato ou Grêmio Estudantil] acompanha com profunda preocupação:
- A prisão e detenção de membros destacados do Comitê de Ação Awami de Guilguite-Baltistão, incluindo o presidente Ehsan Ali, Nusrat Hussain, Mehboob Wali, Nafees Advocate e Mehar Ali, em 10 de março.
- Que esses camaradas foram acusados sem fundamento sob leis antiterroristas e acusados de “incitar a violência”, acusações que parecem ter motivação política.
- O juiz na audiência de Ehsan Ali, em 26 de março, chegou a reconhecer que participar de um jantar de iftar não constitui sequer um “crime comum”, muito menos um ato de terrorismo.
- Ehsan Ali está com a saúde debilitada, tendo já contraído pneumonia enquanto estava sob custódia. Sua vida pode estar em risco se essa situação continuar.
- Em 2025, Ehsan Ali foi incluído na notória “Quarta Lista” do Paquistão – legislação originalmente criada para monitorar terroristas – restringindo severamente sua liberdade de deslocamento.
- Naquele mesmo ano, Ehsan Ali e outros 14 membros importantes do Comitê de Ação Awami passaram três meses na prisão após serem acusados de acordo com leis antiterroristas. Eles foram libertados sob fiança em 14 de agosto, o que sugere que as acusações eram infundadas.
- Essas prisões anteriores ocorreram enquanto o Comitê de Ação organizava uma reunião para discutir a questão da propriedade dos recursos naturais em Guilguite-Baltistão.
- A perseguição política ao Comitê de Ação pelo Estado paquistanês é, portanto, bem documentada e de longa data.
- O Comitê de Ação organizou com sucesso movimentos de massa que garantiram concessões vitais em subsídios à farinha, fornecimento de eletricidade, saúde e educação para comunidades que vivem em extrema pobreza.
Este [Sindicato ou Grêmio Estudantil] acredita:
- Essas prisões representam um claro ataque aos direitos democráticos e à organização sindical.
- A criminalização da atividade política pacífica cria um precedente perigoso para os movimentos operários em todo o mundo.
- A solidariedade internacional é essencial para defender o direito de organização contra a exploração e a opressão.
- A luta dos trabalhadores em Guilguite-Baltistão contra a pobreza e a extração de recursos faz parte do movimento operário internacional mais amplo.
Este [Sindicato ou Grêmio Estudantil] resolve:
- CONDENAR as prisões com motivação política e exigir a libertação imediata e incondicional de todos os líderes e ativistas da Comitê de Ação Awami presos.
- ESCREVER aos Altos Comissários e Embaixadores do Paquistão em diversas embaixadas paquistanesas, exigindo a libertação de todos os camaradas presos e o fim da repressão estatal em Guilguite-Baltistão.
- INCENTIVAR os membros a participarem de manifestações e protestos de solidariedade organizados em apoio ao Comitê de Ação Awami em frente às altas comissões, embaixadas e consulados paquistaneses.
- COMPARTILHAR informações sobre este caso por meio de comunicações do [Sindicato ou Grêmio Estudantil], mídias sociais e materiais educativos.
- ADERIR a futuras campanhas de solidariedade e manter o apoio contínuo aos movimentos democráticos no Paquistão.
Este [Sindicato ou Grêmio Estudantil] compromete-se a:
- Monitorar os desdobramentos deste caso e tomar as medidas necessárias.
- Estabelecer vínculos com organizações sindicais internacionais para coordenar ações de solidariedade.
- Aumentar a conscientização sobre a luta mais ampla contra o imperialismo e pelos direitos dos trabalhadores no Sul da Ásia.
- Apoiar movimentos semelhantes que enfrentam repressão estatal em todo o mundo.
“Uma ofensa a um é uma ofensa a todos”
Proposto por: [Nome]
Apoiado por: [Nome]
Data: [Data]
